Sobre a Cliivo
Aquisição
de
clientes
que
opera
como
processo.
Não
como
esperança.
Construímos e operamos a infra-estrutura comercial que gera clientes — cada investimento, canal e contacto rastreado até à receita, numa cadência que não depende do mês bom.
- Mensurável
- Sabe-se de onde vem cada cliente, quanto custou, qual a receita gerada.
- Replicável
- O que converte é sistematizado, documentado, replicado — não repetido a adivinhar.
- Previsível
- O pipeline lê-se no dashboard. Não se espera na reunião de segunda.
Manifesto
Aquisição não é uma campanha. É uma operação — com método, com cadência, com memória. Tudo o que entregamos foi desenhado para correr sem nós.
Cliivo · princípio fundador
O que somos
Operadores de sistemas de aquisição.
Não consultoria. Não software de prateleira.
Diagnosticamos a operação, desenhamos a arquitectura, implementamos a stack e mantemos em cadência semanal — até o sistema correr sozinho.
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01
Operação contínua, não projecto avulso
A consultoria que termina num relatório é teatro. Operamos com a equipa cliente em cadência semanal — campanhas, dados, pipeline, ajuste — até a operação correr sem necessidade de intervenção externa.
- Stand-up semanal de pipeline e prioridades
- Ciclos de iteração curtos (semana, não trimestre)
- Telemetria viva — não relatórios mensais
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02
Sistema integrado, não ferramentas avulsas
CRM, automação, integrações, conteúdo, web, dados — todos a falarem a mesma linguagem sobre a mesma fonte de verdade. A reconciliação manual entre sistemas deixa de ser tarefa.
- Stack agnóstica — adaptada ao contexto, não ao fornecedor
- Origem rastreada da impressão à receita
- Governança auditável por desenho
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03
Saída programada, não dependência permanente
O sucesso mede-se pela autonomia do cliente, não pela renovação contractual. Documentamos, treinamos, transferimos governança. Saímos quando o sistema corre sem nós.
- Critérios de saída explícitos definidos no início
- Documentação operacional completa
- Equipa interna autónoma como métrica final
Cada decisão fica registada. Cada operação tem rasto. A primeira métrica é a memória.
O que não fazemos
Cliivo lê-se melhor
pelo que recusa fazer.
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Campanhas isoladas sem sistema
A campanha que não vive dentro de uma operação integrada é fogo de palha. Não trabalhamos sem o sistema que a sustenta.
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Relatórios sem operação
Consultoria de PowerPoint mensal não muda nada — só ocupa agenda. Operamos a máquina, não comentamos sobre ela.
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Frameworks pré-fabricados
Cada operação é única. Recusamos templates universais — desenhamos o sistema sobre o contexto específico do cliente.
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Modelo de horas
Vender horas alinha o consultor com a permanência, não com o resultado. Vendemos sistema operável — e a saída está prevista no contrato.
Método
Quatro fases. Saída programada.
Um plano que se lê numa página e que se executa em semanas — não em trimestres. Cada fase tem critério de entrada, saída e métrica.
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01 2–3 semanas
Diagnóstico
Auditoria operacional do que existe. Canais activos, dados disponíveis, pipeline actual, stack tecnológica, atribuição comercial.
Saída ▸ Mapa do estado actual com gap analysis e estimativa de impacto.
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02 4–6 semanas
Arquitectura
Desenho do sistema sobre o contexto: modelo de negócio, ciclo de venda, ticket médio, recursos da equipa, stack actual.
Saída ▸ Modelo do sistema, KPIs por estágio, calendário de implementação.
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03 cadência semanal
Operação
Implementação + cadência semanal de monitorização e ajuste. Não é consultoria — é operação contínua com a equipa cliente.
Saída ▸ Pipeline em produção, telemetria viva, ajuste contínuo.
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04 90–180 dias
Escala & saída
Sistematização do que comprovou funcionar, transferência completa para a equipa interna. A consultoria termina quando o sistema corre sem nós.
Saída ▸ Equipa autónoma, runbooks, governança transferida.
O que se mede com cuidado, defende-se com clareza. Não inventamos métricas — explicamos as que importam.
Princípios
Seis princípios que governam tudo o que fazemos.
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i.
Diagnóstico antes de prescrição
Nenhum sistema é desenhado antes de entender o que está a falhar. A maioria das consultorias chega com framework. Nós chegamos com perguntas.
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ii.
Operação > relatório
Operamos a máquina, não comentamos sobre ela. A reunião semanal é trabalho — não retrato.
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iii.
Saída como objectivo
Sucesso é a equipa interna a operar sozinha. Sair é o objectivo — não a renovação contractual.
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iv.
Stack agnóstica
A escolha técnica serve o sistema, não o contrário. Trabalhamos sobre o stack actual quando faz sentido.
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v.
Auditável por desenho
Cada acção fica registada com origem, autor, timestamp. Velocidade sem governança é exposição.
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vi.
Comportamento > calendário
Os fluxos são disparados pelo que o lead faz. Nunca por uma agenda fixa decidida em outro tempo.
Cadência semanal
A semana que faz a operação correr.
Não há reunião de status. Há rituais semanais com objectivo claro, executados com a equipa cliente.
- SegStand-up de pipeline
Estado dos leads, prioridades comerciais, alertas activos.
- TerOptimização de tráfego
Revisão de campanhas, ajuste de bid, conteúdo a refinar.
- QuaSprint de conteúdo & landing
Variantes A/B, novos blocos, ciclos de iteração.
- QuiDiagnóstico de dados
Higiene de CRM, deduplicação, anomalias de funil.
- SexReporte semanal
Telemetria viva, decisões da próxima semana.
Onde operamos
Operações onde performance, dados e processos são críticos.
- 01Telecomunicações
- 02Energia & utilities
- 03Serviços financeiros
- 04Plataformas digitais
- 05Subscription & SaaS
- 06B2B com ciclos longos
- 07E-commerce de alto volume
- 08Operações multi-país
Lisboa · Portugal — operação multi-país, equipa remota distribuída.
O que entregamos
Um sistema auditável — não uma promessa.
Quatro entregas concretas que separam uma operação medida de uma colecção de serviços desligados.
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01 · Atribuição
Painel único, ponta a ponta
Cada canal e ponto de contacto consolidado num só lugar — com origem, custo e impacto por venda. Sem reconciliações manuais.
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02 · Operação
Fluxos automatizados onde valem
Lead nurturing, scoring, enriquecimento e alertas a correr em contínuo. A equipa deixa de fazer trabalho repetitivo e foca-se em relação e fecho.
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03 · Leitura
Dashboards que decidem investimento
Operação, aquisição e atendimento medidos em tempo real — partilhados por marketing e vendas. Números que ninguém audita não entram.
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04 · Trajecto
Ciclo mínimo para o sistema estabilizar
Operações ABM B2B com ticket alto exigem ciclo de 6 meses para a leitura assentar e ser optimizada por dados — desenhamos a operação para isso.
Equipa
Operadores. Engenheiros. Arquitectos de sistema.
Não somos consultores que “sabem de marketing”. Somos uma equipa híbrida — operações comerciais, engenharia de dados, design system editorial, automação técnica.
- OperaçõesCadência semanal · pipeline · governança · cliente.
- ArquitecturaDiagnóstico · sistema · stack · integrações.
- EngenhariaCRM · automação · APIs · dados · auditoria.
- ConteúdoSite · landing · design system · editorial.
- AquisiçãoTráfego · ABM · scoring · sequências.
- TelemetriaDashboards · alertas · forecast · reporting.
Próximo passo
Começamos pelo diagnóstico.
Auditoria técnica de 2–3 semanas que mostra exactamente onde está a perda de receita — sem compromisso comercial. Devolvemos um documento que serve de base para qualquer decisão, contigo ou sem nós.
Pedir diagnóstico